“Tive de fugir para a rua em pijama senão a gata matava-me”, disse uma mulher que já havia sido atacada várias vezes por Clarinha. Esta segunda-feira, precisou da ajuda das autoridades para voltar a entrar em casa.

Maria Almeida pediu ajuda à Sociedade Protetora dos Animais e a gata chegou a ser operada. O Correio da amanhã avança que Maria Almeida adotou outra gata e a partir daí tudo mudou. Clarinha desenvolveu uma infeção e tornou-se violenta ao ponto de atacar a dona.

“Adotei outra gata de uns vizinhos e a seguir a Clarinha desenvolveu uma infeção. Desde aí, ficou muito agitada, tornou-se violenta e ataca-me. Há três semanas, após três investidas dela contra mim e a outra gata, tive de me fechar no quarto”, disse ela ao referido jornal..

Esta segunda-feira, 7 de outubro, acabou por ser atacada novamente pela gata, de tal forma que teve de chamar a PSP da Amadora para intervir: “Tive de fugir de casa, mas a porta fechou-se e foi uma vizinha que ajudou. Alertou o guarda-noturno da zona, que nos indicou que a melhor forma de resolver a situação era chamar a PSP.”

Os agentes deslocaram-se ao prédio na zona do Borel e acabaram por conseguir controlar a gata e colocá-la numa sala com água e comida.

Apesar de Maria Almeida ter medo da gata, não quer que esta seja abatida.

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