Os motoristas dos ministros também aderiram à greve por transporte de matérias perigosas. Um ministro estava muito bem no banco de trás do seu automóvel oficial e uma travagem abrupta arremessou-o contra o banco da frente.

“Que foi isto, Simplício?”, questionou enquanto endireitava os óculos. “Acabo de ouvir na telefonia que a greve é de motoristas de matérias perigosas, senhor ministro, de modo que estou a paralisar”, disse o motorista.

“Matérias perigosas, senhor Simplício, mas o senhor é o meu motorista…”, respondeu o governante. “Exactamente, senhor ministro, exactamente…”, concluiu o motorista.

Mais tarde o ministro acabaria por ligar ao primeiro-ministro, para explicar o sucedido, mas também este ficou a “arder”. “Estou na carreira, o meu também aderiu”, disse.

Apesar destes motoristas receberem salários normais, entenderam que se deviam juntar aos colegas que também transportam matérias não tão perigosas.

Nota: Este é um artigo de carácter humorístico/satírico com o objectivo de fazer rir. A informação aqui veiculada não corresponde à realidade. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

FONTEImprensa Falsa

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