Hoje, queremos falar-te do lado mais obscuro da pílula contraceptiva e alertar-te para os efeitos secundários observados em grande parte das mulheres.

Artigo: O lado negro da pílula contraceptiva

Este artigo é para todas as meninas e mulheres que pensam tomar a pílula ou para quem efetivamente já a toma.

Não existe idade para iniciar a toma pílula contraceptiva e o início da contracepção depende da necessidade efetiva da mesma.

Evita automedicares-te. Deves sempre pedir ajuda a um ginecologista, pois é o profissional mais indicado para determinar qual será a melhor marca, de acordo com o teu organismo.

Como todos os medicamentos, os contraceptivos hormonais podem provocar efeitos secundários.

Os efeitos secundários observados na maioria das mulheres que utilizam este método contraceptivo são os seguintes:

– Perda total ou parcial da libido, principalmente quando a toma da pílula se iniciou há mais de 6 meses.

As hormonas responsáveis pela libido são ocitocina, progesterona, estradiol, DHT, DHEA e a testosterona (esta hormona masculina também existe nas mulheres). A inibição da testosterona pelo uso da pílula reduz drasticamente o apetite sexual.

– Causa celulite, flacidez, diminuição da massa muscular e aumento da gordura localizada.

Com a diminuição da testosterona, o corpo não consegue desenvolver a massa muscular, mesmo com a prática de exercício físico. A celulite aumenta devido ao excesso e acumulação de gordura nos tecidos, causadas pelo estrogénio e pela progesterona.

– Pode levar a diversas complicações cardiovasculares.

O coração é o órgão que possui mais receptores para a testosterona. Deste modo, quem possui níveis baixos desta hormona ficará mais suscetível a doenças cardíacas.

– É uma potencial aliada das doenças cancerígenas.

Os contraceptivos hormonais foram classificados pela OMS, Organização Mundial da Saúde, como potencialmente carcinogénicos, devido às dosagens hormonais depositadas na corrente sanguínea diariamente. A pílula é classificada como equivalente ao tabaco.

– A menstruação torna-se “falsa”.

A pílula é composta por duas hormonas sintéticas, uma que imita o estrogénio e outra que imita a progesterona. Estas hormonas falsas presentes na pílula enganam o organismo da mulher, fazendo com que não ocorra a ovulação.

– Aumenta o risco de trombose.

Se és fumadora e com idade superior a 35 anos, as complicações são ainda maiores. A complicação surge com a coagulação sanguínea no interior das veias, especialmente nas dos membros inferiores. Se um dos coágulos entra na corrente sanguínea e chega, por exemplo, a um pulmão, pode causar uma embolia pulmonar. Todas as mulheres fumadoras devem informar-se com o médico antes de iniciarem a toma da pílula, de modo a evitarem o aparecimento de complicações.

– Desencadeia vários outros problemas, como cefaleias (dores de cabeça), alterações bruscas de humor, depressão, náuseas, vómitos, ansiedade, dor torácica, hemorragia irregular, entre outros.

Se persistirem deves consultar o médico.

Todos estes efeitos constam na bula do medicamento ou folheto informativo, mas a maioria das pessoas não lê, ignora e nem dá a devida importância.

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Avalia os riscos e implicações juntamente com um profissional de saúde.

Informa-te muito bem antes de dares este passo.

Decide de forma consciente e cuida bem da tua saúde.